Andréa Borba Pinheiro

 

Meu nome é Andréa Borba Pinheiro, tenho 14 anos, nasci em
Amambai - MS - Brasil, no dia 12 de julho de 1990.
Atualmente moro em Santa Maria - RS - Brasil , estou cursando
o 2º ano do 2º grau, estudo violão, gosto de cantar, faço aulas
de dança, toco guitarra e escrevo poesias.Escrever para mim é
como um banho de água quente no final de um dia tumultuado,
relaxa e faz com que eu esqueça dos problemas.
A poetisa que mais me influencia é Bruna Lombardi, por escrever
de uma forma forte, mas ao mesmo tempo com palavras sutis.
A sensação ao terminarmos de ler algum poema dela é impressionante!
Ela é muito "massa"!!!
Também sou fã incondicional de Marta Medeiros, pois as crônicas dela também são muito "massa"!!! Procuro acompanhar tudo o que ela escreve.
Adoro cinema, ver um filmezinho com os amigos, passear em dia de sol, ouvir o barulho da chuva caindo, ler livros de poesias e é claro, MÚSICA!
Gosto de pipoca bem salgada, meu prato predileto é macarrão e massas em geral, isso sem esquecer do bom e velho chocolate, pois sou meio chocólatra...



Nostálgica Canção

Ouvi-a novamente:
Aquela música,
aquela melodia,
aquela harmonia...


As notas combinavam-se tão perfeitamente...
Parecia até não ser real.
À cada acorde tocado,
eu sentia uma facada de nostalgia.

Lembranças vieram assim...em vão!
Expressões brincavam em meu rosto,
dependendo do pensamento que me ocorria,
dependendo da dor que me abatia!

No compasso da música, comecei a escrever.
Escrevi, errei, apaguei e reescrevi.
Nada me fez sentido!
Parecia inconseqüente...sem chão.

Parecia vazio, buraco de sentimentos.
Guardei a caneta e a borracha, mas não rasguei a folha...
Queimei-a com o fogo dos olhos,
escutando sempre ao longe, em um ruído,
o ressonar daquele expressivo violão!...

Autoria: Andréa Borba Pinheiro



Sons de Vayu


Vozes que guiam,
instrumentos que se misturam,
vidas que terminam
e voltam incessantes.

Sombras que revelam a verdade,
o povo, a tradição.
O universo que existe,
dentro de sua canção

Ritmo misterioso,
emblema de rostos diversos
moldados na areia da pequena ilha.
Ilha das descobertas

Desejos que calam as ilusões,
calor humano sem presença física.
Mar de maldições.
Luzes como mímicas.

Flautas misteriosas, fogo que arde
sem nunca ter sido aceso.
Idéias engenhosas, mas
não há saída desse doce aconchego

Enfim, o centro da terra.
Centro da mente.
Centro dos "descentros".

Homem centrado
das incertezas da vida.
Vayu, morte e vida,
vida da morte!

Autoria: Andréa Borba Pinheiro



Vidas Infinitas


Ultimamente,
Ando simplesmente,
Chorando repentinamente,
Por um amor não presente.

Eu não te quero por perto.
Quero muito mais que isso.
Quero poder te proteger todos os dias.
Quero que nosso amor seja algo certo.

Não quero "talvez"... nem "quem sabe"...
Não quero morrer todos os dias por você.
Não é uma maneira digna de usar as vidas que me couberam.
Pois o amor não mata... pelo contrário, o amor ressuscita.

Você sangra por mim e chora por mim.
Eu não sei viver assim.
Machucando, mesmo que sem querer,
A pessoa que me motiva a viver.

Minha vontade é correr,
Para longe de onde estou...
Para perto de você...
Mas adiantaria?

Diga-me, adiantaria?
Morrer internamente todo o dia?
Correr sem te alcançar todo o dia?
Viver sem te ter a toda a eternidade?

O que eu sempre quis,
Era ser tudo que você precisa,
E talvez eu até seja.
Mas onde está você quando eu tento demonstrar?

Onde está o seu amor?
Onde está o seu carinho?
Onde está o seu rosto?
Os seus lábios e o seu corpo?

Eu vou embora.
Pois já está na hora de viver.

Autoria: Andréa Borba Pinheiro

http://www.familiaborbapinheiro.com/andrea_pinheiro.htm

http://www.familiaborbapinheiro.com/

 

 

 

Jack's Midi Originals,
http://members.fortunecity.com/casey/thecorner.html
Art Final Nadir A D'Onofrio
Respeite os Direitos Autorais