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Iara Melo

Iara Melo, é filha
de Josias Bezerra da Silva e de Sebastiana Melo
Bezerra, nasceu no dia dois de abril, na cidade de
Garanhuns, Estado de Pernambuco, Brasil.
Cursou o científico com especialização em Análises
Clínicas, Técnico em Contabilidade e Administração
de Empresas.
É luso-brasileira, reside em Mira de Aire,
Portugal, onde estão as maiores grutas do país.
Sempre gostou de escrever, mas não poesias como
vem acontecendo nos últimos dois anos, para si
algo “inexplicável”, aconteceu já estando em
Portugal. Gosta do que escreve, mas pretendo a
cada minuto aprimorar sua poesia, suas mensagens;
enfim, tudo o que faz acho que deva ser bem
lapidado.
É uma pessoa muito preocupada com o viver o amor,
crê que ele seja fundamental para a evolução da
humanidade. Respira, vive, luta por ele. Sua maior
preocupação é pôr em prática o bem, O AMOR EM TODA
SUA PLENITUDE!

Peço-Te…
Iara Melo
Senhor,
Que eu não use
Minha boca
Para proferir palavras
Que machuquem o meu
Semelhante,
Que eu não seja
Navalha afiada
A cortar sentimentos
Profundos,
Que minhas palavras
Escritas,
Sejam atos de amor.
Freie em mim
O impulso que
Machuca e maltrata
A quem me acalenta,
Que eu transmita em atos
A ternura do meu
Bem-Querer.
Que eu ame sem ferir
Que eu silencie
Transtornos de alma.
Que eu
Não seja decepção
Em mim…
Tanto amor
Deste-me e conduzo,
Que ele viaje
Sem paragens,
Que eu encante
O meu canto
E encanto.
Que eu seja
Tua imagem
E semelhança,
Que eu não apague
A chama acesa.
É esse o caminho
Que aponto
É nele que quero
Trilhar,
E através dele
Que me fazes
Ser.
Portugal/2004

Lindo Amor
Iara Melo
Quando me vejo
Na íris dos teus olhos
Refletindo a harmonia
dos nossos sentimentos
Sonhados...
Não esquecidos
Quando sinto
a quentura do teu ser
Percorrendo corpo meu
Fecho os olhos
em silêncio
Tempo para espelhando
Sentimento meu...
Quando sinto
a reciprocidade
do beijo ansiado
Amaciando âmago meu
Sorrio aos céus
Agradeço a Deus
Por existires amor
MEU!!!
Portugal/2005

Quem Dera...
Iara Melo
Que todos pudessem
Possuir um amor
Quem dera soubessem
Que o amor cativa-se, constrói-se
Vive-se...
Quem dera pudessem sentir
A chama que nos une...
A luz que nos ilumina
A empatia harmoniosa que nos ladeia
As manhãs já nos nascem ensolaradas
A chuva que cai embeleza nossa alvorada,
Quem dera tivessem o cantar dos pássaros
No aconchego dos seus ninhos
Meu amor,
Quem dera os amantes
Realmente amassem,
Quem dera descobrissem
Que o nosso amor não é utopia
Ele reside em nós
Vivo, forte, incandescente
Quem dera
Sintam, conquistem, Amem
O quanto amamos,
Quem dera...
Portugal/2005

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Art Nadir A D'Onofrio
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