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Renato Baptista


Renato Baptista
Sou de São Paulo, Capital. Escrevo para me
distrair, procurando estar certo que coloco
conteúdo nos meus escritos. Há tempos, desde
os 17 anos que faço essa “arte”, porém, um
breve hiato de 10 anos aconteceu. Um tempo
em que não escrevi uma linha sequer, a não
ser de textos publicitários.
Dentro da minha simplicidade poética e da
minha facilidade de me comunicar, procuro
traduzir em escritos o meu dia a dia e meus
sentimentos reais e imaginários.
Alegra-me quando percebo a identificação e a
satisfação das pessoas quando lêem o que
escrevi que vai do romântico ao bem humorado
em frações de segundo, procurando praticar
realismo sempre com uma pitada de magia.
e-mail :
poetry_rb@yahoo.com
Site :
www.poesiaseescritos.com

Balada do Amor Eterno
Você, sua menina
Moça dourada
Dos seios morenos
Mais brancos até
Do que o corpo quase todo
Que me toma em desejo
Pois são guardados
Envoltos em pudor
Mamilos doces
Aveludados, e que são meus
E que me contam segredos
Mudam de forma
Apontam, estremecem
Dão-me o sabor do amor
E me arrastam em poesia
Que canto como um riso
Mesmo diante das suas ausências
Moça melodia
Menina vibrante
Dos seios morenos
Minha doçura bandida
Encanto de alma
Que me arrasta e me deita
Brinca comigo e me faz prisioneiro
E me dá amor e me faz amor
Faz-me poeta desses que faz versos
Que remontam luz, tesão e saudade
E persistem deslumbrados pela noite
Por ter nas mãos calejadas, um dia
Um par de seios nus
Daquela que é a mulher amada
Faz-me graça a sua graça
Que dança pela rua
Caminhando até mim
Espevitada, alvissareira
E que vem a mim sem compostura
Explodindo em formosura
Como diamante, preciosa
Terna e gostosa
Sonho real, definitivo.
Minha amada, meu amor eterno
Mulher, simplesmente, mulher...
Renato Baptista – Março 2007

Apenas Poemas
Nem ousem perguntar
Porque escrevo poemas
Simplesmente entalho versos
Usando palavras prontas
Invento um mundo
Traduzo o meu amor
Brigo e canto
Canto e brigo
Como um esgrimista
Da espada cantante
Não queiram saber
O porquê dos meus poemas
Eles nascem, gritam
Persistem e não morrem
Mas eles têm segredos
Sentimentos rebuscados
Buscados no fundo da minha alma
Que se expressam
Na minha brincadeira de poetar
Com palavras mágicas
Que se sucedem, compõem
Minha melodia imortal...
São meus poemas
E não queiram abraçá-los
Não os amem
Apenas deixem
Que eles os toquem
Sintam-nos
Mas deixem que eles sejam
Apenas poemas
Simples poemas.
Renato Baptista – Março 2006

Alma Gemela
Me quedo triste
siempre que te hago triste
y mi corazón no sabe
o no puede evitar.
Yo me quedo triste
siempre que usted brinda
a la salud de alguien
y yo sé,
usted no puede evitar.
Y es entonces que yo me
destrozo
veo mi espíritu en dolor
y mis ojos se llenan con el llanto.
De un llanto que no limpia,
no se vá
y simplemente se queda
hasta arrugar todo
lo que siento
por usted.
Entonces me quedo triste.
Por eso y por que
usted bailó
aquella música
que yo no escuché,
con alguien que yo
jamás lo veí.
Yo me quedo triste por que
aquella música tenia
que ser nuestra.
Hermosa,
eterna,
penetrante.
Y entonces
nuestros espíritus bailarian
sueltos y coherentes, de manos
apretadas y capaces.
Y el brinde seria nuestro.
El mundo seria de nosotros.
Usted y yo.
Entonces mi corazón
sabría evitarle
hacerte triste,
y mis ojos
irían sonreir
para los tuyos,
si ellos todavia
supieran
aguardar por los mios.
_________________________________
Renato Baptista
Traducción: Veronica de Nazareth - Noic@

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