|
João
Carlos (Rhoter) / Nadir A D'Onofrio
Pintura
da Alma
Aurora
Boreal
Pintura da Alma
João Carlos (Rother)&
Nadir A D'Onofrio
Nesta doce vida, enclausurei meus sonhos.
Molhei a ambição nas lágrimas da desdita,
Marcando passos nos caminhos bisonhos,
Cavalgando nas minhas palavras malditas.
Cavalgando nas minhas
palavras malditas,
Sobrevoei os campos,
Destruí a discórdia,
Enxuguei o pranto.
Nos raios da lua, ah... ah... o fim das ilusões!
No esplendor das risadas de meus amores,
Perdi-me na estrada, sem ter as recordações,
Consumindo minha vida em ódio e rancores.
Consumindo minha vida em
ódio e rancores.
Dispensei os bajuladores,
Que viviam só de clamores,
Faziam-se de amigos, mas eram delatores...
Olhando sem nada ver, vaguei no meu caminho,
Ouvindo gritos violentos de dores horripilantes.
Num refinamento de amizades, mas sempre sozinho
Contra o retrogrado tempo e vidas luxuriantes.
Contra o retrogrado tempo e
vidas luxuriantes,
Vaguei em torvelinho,
Sonhos alucinantes,
Permearam meu caminho.
Há fantasmas vivos na minha própria existência,
Sem perceber que cada passo que dou na estrada,
Evocando notáveis poderes de força e violência,
Sou perseguido pelo infortúnio de idéias pisoteadas.
Sou perseguido pelo
infortúnio de idéias pisoteadas
Sofridas, massacradas,
Ainda, que pareçam sensatas!
Leis, rotuladas de democratas...
Quantas vezes zombei das lágrimas de desgosto,
lágrimas que correm pela minha face tão calma,
mundo de angústia que não altera meu rosto
Para que o artista consiga pintar assim minha alma
Para que o artista consiga
pintar assim minha alma
Mesmo a contra-gosto
Que seja uma obra prima!
Ou morrerei de desgosto...
www.poetarebelde.com
Nadir A
D’Onofrio
31/10/2006 22h30
Santos SP

Pintura da Alma I
(
Inversão do dueto original )
João Carlos (Rhoter) &
Nadir A D’Onofrio
Cavalgando nas minhas
palavras malditas,
Sobrevoei os campos,
Destruí a discórdia,
Enxuguei o pranto.
Gritei as palavras malditas para o firmamento
Enxugando as lágrimas na mascara que engana
Tentando destruir a discórdia rugindo ao vento
Sobrevoando os relatos da comédia humana
Consumindo minha vida em
ódio e rancores.
Dispensei os bajuladores,
Que viviam só de clamores,
Faziam-se de amigos, mas eram delatores...
Consumi minha vida em ódios e rancores
Hoje me recuso a sentir ou ouvir com piedade
Arrotadas pelos malditos idiotas e bajuladores
Se fazendo de amigos, delatores da nulidade.
Contra o retrogrado tempo e
vidas luxuriantes,
Vaguei em torvelinho,
Sonhos alucinantes,
Permearam meu caminho.
Perseguido pelas idéias
ofensivas e massacradas
Escondendo as leis da fraternidade que são rotuladas
Ainda que cegos conduzam cegos em contos de fadas
Onde orgulho, o amor e a inteligência são crucificadas.
Sou perseguido pelo
infortúnio de idéias pisoteadas
Sofridas, massacradas,
Ainda, que pareçam sensatas.
Leis, rotuladas de democratas...
O artista pintou minha
alma, fazendo a transmutação,
De promessas de profundos segredos perturbados
E na morte, no desgosto quando acaba a inspiração,
Vivendo sem amor, cujo sentimento são aprisionados.
Para que o artista consiga
pintar assim minha alma
Mesmo a contragosto,
Que seja uma obra prima!
Ou morrerei de desgosto...
www.poetarebelde.com
01/11/2006

Mid:dremtheimpossibledrem
Imagem Ilustrativa:
http://www.greenlandadventure.com/infopolar_aurora.htm
Art Nadir A D'Onofrio
Respeite Direitos Autorais
|